Afoita

Hoje acordei com saudades.

É muita afoitesa de minha parte escrever um texto para alguém que é personagem de tantos outros… Mas afoita eu sempre fui.

Sinto saudades dos cafés da manhã. Do abraço sempre apertado e carinhoso. Das paixões compartilhadas e das que eu aprendi a amar por causa de Mariana.

Sinto falta de quantas lágrimas a gente chorou. E de quantos risos soltos, que ecoavam pelo museu.

Se Mariana fosse uma melodia, ela seria “Primavera”, do Vivaldi. Quem a conhece, sabe o motivo.

Mais do que uma amiga, eu virei uma aprendiz. Eu uso creme para as mãos, até. De lavanda. Da Granado.
E isso é muito Mariana.

Aprendi tanto. Ainda bem.

A mestre foi muito boa.

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