somewhere i belong

Poucos sentimentos são tão importantes pra mim do que o ‘sentir-se em casa’.

Até 2009, eu não achava que Recife era meu lar. Dublin era.

Descobri que Dublin, realmente, é. Mas, ainda descobri que Recife também é.

E, em 2012, ganhei mais uma casa. Eu, que vivia dizendo que nunca moraria no Rio, que não tinha visto graça na cidade… fiquei fascinada (como tantos outros).

Meu coração leviano está espalhado por três lugares distintos.

Hoje, planejando me mudar o mais rápido possível, esse conceito de lar fica indo e voltando o tempo inteiro. Lar é onde ficam os meus livros. Ou onde ficam os meus sonhos?
Lar é uma cama? Lar é uma pessoa? Lar é um prédio perto do CCBB, com uma varanda grande onde eu colocaria uma cama elástica?
Lar é onde o porta escova é cheio? Onde a escada tem carpete? Onde o cachorro se encosta nos seus pés e dorme?

Talvez lar seja tudo isso. E muito, muito mais.

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