em 365 fotos: 1

Hoje eu começo o projeto 365 dias aqui no blog. Toda terça-feira, eu posto fotos tiradas durante os sete dias anteriores, com um pouco sobre como foi o meu dia/a foto. Vai ser interessante parar, no final, para observar detalhes do meu ano – e esse ano promete bastante coisa!

dia 01 – 22/01

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Dia 22 eu fiz 22 anos. Passei o dia com minha mãe, fomos almoçar juntas – afinal, eu nasci de 11hrs da manhã no horário de verão, logo, 12hrs. Acabei encontrando um amigo no shopping e deu pra passear bastante. É. Não foi um dia ruim no final, apesar de ter começado e terminado meio mais ou menos.

Dia 02 – 23/01

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Dia 23 teve aula. Numa exposição. Acho uma delícia ir para exposições, claro, ainda mais quando vamos analisar alguma. E demos sorte: a exposição era maravilhosa! Tirei um monte de foto e fiquei indecisa sobre qual delas colocar aqui… mas escolhi essa, que foi a minha favorita!

Dia 03 – 24/01

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Cheguei na quarta e Rodrigo veio me chamar pra jogar algo novo: Path of Exile. Passei a madrugada baixando – deu erro uma caralhada de vezes – e fui jogar, finalmente, na quinta. O jogo é bem feito, mas dá muito bug, MESMO. Acabou que eu ainda nem passei no level 6.

Dia 04 – 25/01

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Na sexta, eu fui ver Django com meu amigo, mas só tirei foto do meu porta-retrato com fotos agora. Coloquei essas fotos para me inspirar quando eu começar a escrever a monografia. Espero que funcione.

Dia 05 – 26/01

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Sábado foi o dia que não terminou – haha. Cheguei super tarde do filme e fiquei jogando Path of Exile até cair dura na cama. E dormi o dia todo. Quando – finalmente – acordei, foi pra sair de novo. Fui no Derbylhar, bar no Derby (rá 1) com umas mesas de sinuca/bilhar (rá 2). Minhas amigas foram pegar camisetas de um bloco de carnaval e me ligaram pra aparecer lá também. Eu nunca tinha ido, minha irmã que ia sempre pra jogar. Foi bem ‘OK’, na verdade. Atendimento demorado foi o maior dos problemas… Mas ah, fiquei lá das 20 até meia-noite e 13 cervejas para 5 pessoas. E a trilha sonora foi de Guns, Scorpions a Musa.

Dia 06 – 27/01

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Do Derbylhar, eu e uma amiga fomos direto pra um Lual. Nunca tínhamos ido, é meio que uma tradição organizada por um grande/pequeno amigo meu. No inicio, nem me apeteceu muito… mas no final, bem, a foto é auto-explicativa. Só cheguei em casa de 6:30. Para acordar as 10. Isso. 10 da manhã lá estava eu, acordada, pronta pra ir pra uma festa de aniversário de um ano. E só cheguei em casa de 18hrs. Cochilei. Acordei e só fui dormir de 4hrs.

Dia 07 – 28/01

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Ontem foi aniversário da minha mãe e eu fui almoçar com ela, de lá, corri pra federal pra assinar uns documentos para o estágio que eu vou começar no museu de minerais e rochas. Fiquei um tempinho no CFCH, lendo esse livro aí, que eu ganhei de presente de aniversário do meu primo. O livro é muito bom, tanto que eu ganhei domingo e já tô quase na metade!

Bem, essa foi a primeira semana. Fui bem? Vamos ver como vão ser as próximas aventuras!

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200

Duzentos anos atrás, foi publicado ‘Pride e Prejudice’.

Eu tenho uma relação muito dúbia com P&P. É um livro maravilhoso, a série é igualmente divina e o filme é bom também. Mesmo sendo Wentworth fangirl (e C. Brandon!), não posso deixar de fazer uma sincera homenagem ao ser mais asquerosamente apaixonante da literatura mundial.

Oh, Mr. Darcy.

Deixa eu ser bem sincera com você, Mr. Darcy:
são 200 anos de garotas apaixonadas por você. Dá pra acreditar?
Por 200 anos, você ainda é o simbolo do homem ideal. Do homem chato que, graças ao amor, transforma-se.

COMO ALGUÉM PODE GOSTAR DE UM PERSONAGEM QUE FAZ A GENTE ACREDITAR NESSA ASNEIRA?

Parabéns pelos 200 anos fazendo a gente acreditar que o amor muda pessoas.

Seu lindo escroto de merda. Te odeio.

O único lado da moeda

Existem dois tipos de relacionamentos felizes.

O casal, clichê, que não vive sem o outro. Desse, eu tenho alguns anos de experiência.
E existe o relacionamento sozinho. Unilateral. Onde você sente, independente do outro ou de quem for.

E é nesse segundo que eu estou agora.

Por muitas vezes, me vi em relacionamentos unilaterais. Relacionamentos não, sentimentos.
Agora não. Eu estou em um relacionamento com algo que eu já tive, mas que ainda sinto. Estou em um relacionamento com as memórias felizes.
Estou em um relacionamento sem toque, sem diálogo, sem provas de afeto. E estou feliz assim.

Talvez eu esteja assim por que, em algum momento, esse relacionamento já foi bilateral. O sentimento já foi mútuo. Só que agora não é mais. Doentio, talvez. Eu deveria sair, correr, me afastar. Mas não faço isso. Melhor manter o coração cheio de amor do que vazio e triste. Prefiro segurar o pouco que eu posso do que me sentir vazia. Dizer adeus não é efetivamente uma opção.

Além disso, o relacionamento unilateral é mais cheio de certezas. Você sabe exatamente onde e qual é seu lugar. Não existe cobranças e é ok. Você só diz ‘eu te amo’ quando realmente faz sentido dizer. E você diz convicto de que não vai ouvir de volta. Por que você não precisa ouvir, ora essa. Amor bom é amor de graça. Amor que vai, que não volta, mas que sempre arruma um bom caminho. Amor bom é saber que existe amor. E pronto.

Dai você me pergunta: ‘mas você não preferia que fosse bilateral não? um romance de novela?’.

Claro que eu preferia. Mas, quem não tem cão, caça com gato… e eu tô aprendendo a ser feliz assim.

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Nova na discografia.

Mais uma coisa que eu vou sempre colocar aqui no blog: músicas legais e que eu tenho certeza – ou quase – que você nunca ouviu.

Começando hoje com uma trilha sonora de um dos melhores filmes do Clont (haha): Invictus.

Overtone é uma boyband sul-africana que foi descoberta pela Dina, esposa do Clint (e ela levou pra os states, como você pode ver naquele reality show da vida dela). Kyle, filho do Clint, foi responsável pela trilha sonora do filme e colocou o Overtone cantando uma das melhores músicas da trilha sonora. Vou ser bem sincera: é a única coisa que eu já ouvi do Overtone – mas quem sabe eu não me empolgo? E vocês também!

Músicas de mudança.

Sempre fui viciada em listas. É tipo um prazer aleatório. Listas de todas as coisas que você pode imaginar: atores, filmes, desenhos, objetos, exposições, artistas, molduras (hehe), cores.

E ultimamente eu tenho passado por grandes mudanças (físicas, mentais, espaciais). E elas foram acompanhadas de músicas legais (ou não). Músicas animadas ou não. Mas músicas que fazem sentido. E resolvi fazer um top 5 dessas músicas.

1. W Mr. Big – Wild World

Toda mudança vem acompanhada de uma despedida. Nem que seja se despedir do que a gente era antes. Do que incomodava. Nem sempre é fácil – eu sei, mesmo. Por isso, a primeira música é assim. Triste mesmo. Um pouco assustada. Música de medroso. Música de quem não quer dar o primeiro passo… mas precisa.
Vale a pena ouvir as mil versões dessa música, mas minha favorita é essa do Mr. Big (anos 80 <3). Ou a eternizada pela dupla Pepê e Neném (hahaha).

Oooh, baby, baby, it’s a wild world, it’s hard to get by just upon a smile

2. Gram – Você pode ir na janela.

Ou a música conhecida pelo ‘clipe do gatinho’. Ou a música que faz você querer cortar os pulsos. Mas se você reparar direitinho na letra…

Se não vai
Não desvie a minha estrela
Não desloque a linha reta

Mudanças. Ou as coisas que ficam tentando impedir a gente de mudar mesmo. As pedras do caminho, os cones de estacionamento. Tudo que tenta fazer a gente desviar o tempo todo. Por isso que eu gosto dessa música. As coisas podem e vão mudar. E mesmo que o gatinho morra no final… bem, eu acredito em reencarnação.

3. Kelly Clarkson – Stronger

Gente, uma música com esse titulo tinha que estar aqui. TINHA. E cantada por uma mulher, ainda mais. Por que só funciona assim. Essa música é para – usando o termo bipolar/psiquiátrico da bagaça – os momentos de ‘mania’ (procurem no google). Antes de sair de casa, pra ir pra noite, usando aquele vestido lindo que você comprou.

Essa é a música para ouvir com a janela pra fora do carro, com o vento batendo no rosto. Ótima pra – depois da fossa – cantar bem alto e acordar os vizinhos.

What doesn’t kill you makes you stronger, stand a little taller, doesn’t mean I’m lonely when I’m alone

4. Gloria Gaynor – I will survive.

Seguindo a mesma linha da anterior. Essa nem precisa explicar demais, certo?

(mesmo sem assistir glee, eu sei que a versão de i will survive/survivor é MUITO boa e vale a pena ouvir!).

But then I spent so many nights, thinkin’ how you did me wrong; and I grew strong and I learned how to get along.

5 – Whitesnake – Here I go again.

Pronto. Curada? Preparado? Tá tudo nos trinques?

Agora é hora de começar de novo. Arrumar as bagunça. Pegar os pedaços. Colocar o que você viu e aprendeu em prática. Escolher os próximos passos, os próximos erros. E olha, nada melhor do que essa música. Ela pode se tornar seu despertador, seu toque de celular. Ouça diariamente. Pra lembrar de tudo o que passou e de tudo o que ainda vai te acontecer.

Ouvi e ouço tanto que é a primeira música mais ouvida no meu last.fm.

And here I go again on my own, going down the only road I’ve ever known
Like a drifter I was born to walk alone, but I’ve made up my mind, I ain’t wasting no more time

AND HERE I GO AGAIN.

22 e o recomeço

Esse post era pra ter aparecido dia 22… mas bem, perdoem a demora.

Pra quem não sabe, dia 22 eu fiz 22 anos.

E 22 é meu número da sorte (e de mais umas pessoas que eu conheço). Apesar de tudo, eu não estava lá muito empolgada com o aniversário… Mas mesmo assim, eu não tenho muita escolha, né?

A gente vai ficando velho querendo ou não. E, querendo ou não, aniversário são aqueles dias em que você ouve o quão maravilhoso o mundo é e que, nesse novo ciclo, você precisa aproveitar a chance.

E, aproveitando a chance, resolvi transformar um pouco o blog. Obviamente ainda vão aparecer os textos sem pé nem cabeça que geral lê mas não comenta, mas também vou falar mais sobre mim. Sem indiretas, gente! Vou falar sobre livros, filmes, compras, decoração, sites legais, blogs legais, jogos, viagens que eu quero fazer, planos, roupas, museus, como é ter 22 anos, como não é ter 22 anos. Vou começar também um projeto 365 dias – que vai ser postado aqui no blog toda segunda – pra mostrar um pouco das coisas do meu mundo. Se brincar, até look do dia aparece por aqui! Vou falar também sobre como é ter 22 anos e ser bipolar – é, mas isso vai virar um post especial (e mensal, planos e mais planos).

That’s all folks. Até amanhã (ou hoje, se PoE resolver continuar ferrando com a minha vida).

p2 (78)
(e a pequena helô diz oi pra todo mundo!)

is this love?

Desde que eu recebi um diagnóstico real, imitei minha mãe:

joguei na internet e procurei. E procurei e procurei.

Por ler em inglês, minha pesquisa foi um pouco mais extensa. E acabei me deparando com esse texto aqui.

Além do título vir com whitesnake de presente, meio que se encaixa com muita coisa que eu penso. Ou que eu ando sentindo.

Ter um diagnóstico consistente faz bem. Ler esse artigo, de alguma maneira, fez com que eu me sentisse estranhamente segura. E fez com que eu realmente siga o caminho que escolhi, de alguma maneira, seguir.

O único ‘love’ que eu quero manter por enquanto é o do Coverdale mesmo.

Is this love that I’m feeling?
Is this the love that I’ve been searching for?
Is this love or am I dreaming?
This must be love ‘cause it’s really got a hold on me