balela

É melhor ser alegre que ser triste. Alegria é a melhor coisa que existe.

Balela. História pra boi dormir.

Eu não sou (e nem nunca quis ser) naturalmente alegre. Aquele povo sorridente, que te toma pra cristo com um sorriso do tamanho da boca de um tiranossauro rex, falando em como o dia tá lindo, como o sol está brilhante.

Próximo, por favor.

A alegria é um momento. Não uma vida. A tristeza é muito mais poética, muito mais sincera, muito mais real. Ser triste não é ser triste realmente.
Ser triste é olhar e esperar que as coisas te surpreendam. É esperar que a lua esteja bonita com o céu nublado. E se tiver feia, ok. Amanhã talvez ela esteja melhor. Ou não. Tanto faz.
A tristeza é o desprendimento. É o ‘deixa pra lá’ quando essa é a solução mais correta a se tomar. A tristeza escreve as melhores músicas, pública os melhores livros, pinta os melhores quadros.
“O grito” e “Guernica”, “Os miseráveis”, Radiohead.

A tristeza é intensa sem ser martirizante (por que se começar a ser, até eu tenho que mudar de opinião!). Tristeza é bonita sem ser.

E samba da benção nunca foi e nem vai ser mais patamar pra coisa nenhuma.

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