born to be wild

Primeiro ponto.
Fui pra o show de Paul McCartney. Até ai já seria o bastante. Mas eu fui pra o show de Paul McCartney recifense e saí de lá como Recifiana.

Segundo ponto.
Van Halen, Whitesnake, Journey, Mr. Big. Tirem os anos 80 do meu juízo. Ou me arrumem uma nova playlist pra dormir que não seja algo na voz do Steve Perry.

Terceiro ponto.
Como se musealiza a dor? O sofrimento? A tristeza? A tortura?

Quarto ponto.
Deus é bom e eu não tenho alergia à camarão.

Quinto ponto.
Não estou mais na puberdade. FORA ESPINHA! FORA DA MINHA VIDA.

Sexto ponto.
Irlanda. 3 anos e sem previsão de voltar não era bem o que eu tinha em mente.

Sétimo ponto.
Máquina do tempo. Qual a dificuldade de se criar uma máquina do tempo?

Oitavo ponto.
35 quilos a menos. E um endrocrinologista/nutricionista que seja legal e não se ache o dono da verdade (nunca dou sorte com eles).

Nono ponto.
Sinto sua falta. Muita. Extrema. Como as coisas ficam agora?

Décimo ponto.
Keep it simple. Always.

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who told you’re aloud to rain on my parade?

Eu me divirto no simples. Na paz.
Me divirto com o pouco, com o muito, com o nada. Com um cheiro, um sabor, um sim, um não, um sinal, mil sinais. Com luz. Com azul, muito azul. Com uma bolsa nova, com um livro novo, com um episódio novo, com um lençol, uma colcha e dois travesseiros.

Eu só não me divirto com pressão e quando as coisas são ser menores do que você acha que elas são. Não me divirto com telefonemas desligados. E não me divirto com nãos.